Postagens

Preso ao Sonho - Inicio

Em um vilarejo morava um moço muito conhecido e querido por seus vizinhos. Era calmo e nunca se metia em confusão, era de fato um rapaz pacato. Ele morava com os pais e seus oito irmãos numa simples residência, mas que trazia-lhe boas lembranças.

Alguns anos atrás, quando tinha seus 14 anos, sua família recebeu uma visita de uns amigos que moravam em outra cidade, vieram passar as férias de fim de ano. Eram um casal com dois filhos: uma moça de 15 anos, chamada Ruthi e um menino chamado Rick de 10 anos.

O agricultor e os pássaros

Em uma comunidade distante da cidade vivia um agricultor muito feliz, que para ele não existia tempo ruim. Ele acordava com a natureza chamando-lhe; pássaros com melodias fascinantes; o cantar do galo garboso e os raios do Sol adentrando as flechas da porta fazendo do seu dia, o mais alegre de todos.


Um agricultor muito popular na comunidade, todos gostavam daquele simpático e pacato Senhor. Para ele, o mundo só compensa para quem não segue o que o mundo oferece e que por isso não se deixava iludir-se pelas coisas fáceis, gostava mesmo era de lutar pelos seus objetivos.

Brejo da Madre de Deus - PE

Brejo da Madre de Deus, um importante município no agreste pernambucano; tem a origem do seu nome em virtude de um acidente geográfico: um vale formado pelas serras da Prata, Estrago e Serra do Ponto. Abaixo um trecho do poema de Manoel Messias publicado Brejo da Madre de Deus

“Situado em um vale Que vale muito para seus habitantes Glorioso e honrado és tu!”



Em 1751, às margens do riacho, batizado como Madre de Deus, os padres da congregação São Felipe Nery fundaram um hospício e que um ano depois, Em 1752 os religiosos estabeleceram-se no local onde hoje está localizada a sede do Município, dando aí início ao seu desenvolvimento.

O sol nasce pra todos

As pessoas de uma determinada comunidade tinham o costume de preparar uma área de terra correspondente a meio hectare para o cultivo de lavoura, mandioca, macaxeira, milho, feijão entre outras coisas. Já era uma tradição local, pois assim que começavam as chuvas que ocorrem no período de março a agosto, os moradores daquela comunidade cuidavam dos seus roçados, (local de se plantar), enchendo-os com uma enorme variedade de plantas, mas havia no lugar um homem que nunca se atrevia a fazer um roçado e somente, de longe, via as plantações dos seus vizinhos